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Todo paciente merece atendimento diferenciado, carinho e atenção de seu dentista, mas alguns grupos isso tudo tem que ser intensificado e por profissionais devidamente especializados ou com experiência.

Aqueles com algum tipo de impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial são os pacientes que dizemos precisar desse atendimento diferenciado. Mas você sabe como agir e atender esses grupos?

De acordo com o Conselho Federal de Odontologia (CFO) temos poucos especialistas em atendimentos a pacientes com necessidades especiais (PNE), 535 profissionais da odontologia. Mas essa área deve ser sempre valorizada e tratada com muito carinho e atenção.

Se fala em especialista ou com vasta experiência, pois é importante que o profissional interessado nesses atendimentos saiba dar identidade às pessoas com deficiência, tenha o interesse de estudar contextos sociais e históricos já vividos pelas PCD.

Pois o atendimento odontológico, como um bom profissional sabe, muitas vezes vai além da saúde bucal puramente. Outros problemas ou contextos na vida do paciente são de grande impacto e podem influenciar e/ou justificar a saúde bucal do paciente.

Um dos aspectos sobre esse grupo é o fato de que muitos deles não têm total habilidade para realizar a própria higiene bucal e, isso faz com que ela seja mais precária e fique totalmente dependente de cuidadores, responsáveis ou pais. O que exige do profissional um bom relacionamento com familiares e responsáveis.

Sendo assim, um bom atendimento a pacientes com deficiência, requer atuar na odontologia de forma humanizada, com sensibilidade e empatia ao próximo. Sempre buscando compreender as dores, desafios e como vive essa comunidade.

Usamos a expressão “pacientes com necessidades especiais” por ainda ser a oficial e utilizada pelo próprio CFO.

 

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